Clipping

‌‌

Os motoristas de Campo Grande não são os únicos a passar raiva com o estacionamento rotativo na região central. Concessionária do serviço desde 2002, a Flexpark deu calote de R$ 2,3 milhões na prefeitura, pleiteia aumento de 50% no valor (de R$ 2 p

‌‌

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Táxi, instaurada na Câmara Municipal de Campo Grande para investigar as permissões de exploração do serviço em Campo Grande pediu à Casa de Leis a prorrogação dos trabalhos por mais 90 dias.

‌‌

Quatro integrantes da mesma família foram ouvidos esta semana na quarta fase de oitivas da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que investiga supostas irregularidades na concessão de alvarás de táxi em Campo Grande. Juntos, detém 38 permissões.

‌‌

Os próximos a depor à CPI do Táxi serão os presidentes dos sindicatos do Taxi e Mototaxi, Bernardo Quartin e Dovair Boaventura respectivamente, além do diretor-presidente da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Janine de Lima Bruno

‌‌

Antes do recesso A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Táxi, instaurada na Câmara Municipal havia iniciado as oitivas sobre os alvarás existentes na cidade, com o retorno do recesso, serão retomadas.

‌‌

A tentativa do Sindicato dos Taxistas do Estado de Mato Grosso do Sul (Sintáxi) de barrar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga a concessão de alvarás no setor, conduzida pela Câmara de Campo Grande, não deu certo.

‌‌

A 1ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos negou o pedido do Sindicato dos Taxistas do Estado de MS (Sintáxi) para suspender a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Táxi, da Câmara Municipal de Campo Grande.

site desenvolvido por: Neex Brasil - Criação e Desenvolvimento de Sites em Campo Grande MS Kayoda Midia